quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O navegante

 
Assim vai meu coração
Navegando...
Ao sabor do vento
Com suas velas abertas.

Minha poesia é livre
Não tenho regras
Meus versos são soltos
Como folhas ao vento.

Como uma brisa calma
Meu barco desliza
Se há tempestades
Aquento as tormentas.

Meu destino é uma ilha
Muito além da imaginação
Meu barco não tem âncoras
Para não prender em corações.

Minha companheira é a poesia
Musa dos navegantes
Fantasma da noite
Os segredos do mar.

A razão da minha existência
Não descobri ainda
E é por isso que navego
Pelo oceano do destino.

Autor: Gilberto Fernandes Teixeira

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