domingo, 3 de março de 2013

Borocochô,

foto by food art
Uma lágrima cai,
um espelho se quebra.
Ouço sons de solidão.
Meu coração ficando assim...
meio que borocochô,
jogado para as traças
e passando mal pra chuchu.
Autor: Gilberto Fernandes Teixeira

6 comentários:

  1. Porque será que o silêncio por vezes nos incomoda e outras acalma?
    Cumps

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  2. Gostei do neologismo, borocochô...:)
    Um beijinho

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  3. Acho que o silêncio vai depender muito do nosso estado de espirito. Não gostamos de esperar muito em silêncio mas podemos fazer um silêncio na espera.

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  4. De fato amiga, estou tentando dar novos significados as velhas palavras.

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  5. O silêncio nos incomoda tanto a ponto de nos deixar borocochô! Já experimentei esta sensação e não é nada agradável. Mas ficou esplêndido teu poema com esta nova roupagem literária.
    Beijinhos
    Gracita

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  6. Estou ficando velho sem palavras e sem argumentos, acho que estou saindo do ar também...

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